10 motivos para você aprender inglês no Facebook

O pessoal to Tecla SAP postou esse texto no Facebook deles e disseram que o item favorito deles seria o número 2, ou seja, uma das maiores vantagens de aprender inglês no Facebook é o humor. Apesar do humor ser algo realmente muito bom ele ajuda a descontrair o aluno, mas não sei se ele chega a motivá-lo como o texto sugere. Nós da FS Consultoria Linguística & e-Learning discordamos e para nós, o item fundamental para uma aprendizagem online (seja ela no Facebook ou não) é o item 8: Interação!   A troca de informações entre os membros de comunidades virtuais é o que há de mais rico no processo de aprendizagem.

peer learning

Bom, segue aqui o texto na íntegra para saber se você concorda conosco.

likeO fenômeno é recente. Aliás, tudo relativo à Internet é recente, principalmente quando tratamos de hábitos e comportamentos ligados ao aprendizado de idiomas. Os efeitos, naturalmente, não podem ser medidos de maneira instantânea e o objetivo desse texto é apenas levantar algumas suposições baseadas unicamente na observação empírica.

Os primeiros blogs dedicados ao ensino da língua inglesa foram criados há cerca de 10 anos. O sucesso de público que alcançaram é fato inconteste, facilmente comprovado pelos números de visitantes que recebem todos os dias. As redes sociais, no entanto, surgiram ainda há menos tempo. Seu potencial multiplicador de audiência, no entanto, catapultou esses blogs a patamares jamais imaginados pelos blogueiros pioneiros no início dos anos 2000.

As razões desse crescimento exponencial, a meu ver, se explicam por algumas características inerentes a essa nova forma de comunicação e disseminação de conteúdo. Seguem esses motivos em ordem aleatória.

1. Na hora certa

right timeO conteúdo oferecido em uma rede social chega na hora em que o leitor/aluno está mais disposto a assimilar informação. Ou seja, é justamente naqueles momentos de lazer em que a pessoa abre o Facebook para dar uma olhada no que está acontecendo na vida de parentes e amigos. A “micro-aula” chega camuflada em meio à enxurrada de informações na linha do tempo. O conteúdo informativo é consumido, portanto, de maneira quase imperceptível.

2. Humor

Grande parte do material distribuído pelos blogs com dicas de inglês nas redes sociais contém uma boa dose de humor. São piadas, trocadilhos, cartoons, frases com duplo sentido etc. que invariavelmente despertam a curiosidade do internauta. Essas brincadeiras, portanto, desempenham o importante papel de motivar os leitores. A consequência imediata é a busca da informação para entender o que está sendo dito e, literalmente, não perder a piada.

3. Tamanho certo

O tamanho médio de um post já é reduzido. Em um artigo escrito em um blog não há mais do que alguns parágrafos em que as informações são condensadas. A vida moderna é cada vez mais agitada e quase ninguém tem tempo para leituras mais densas e prolongadas. Esse conteúdo é quase sempre resumido ainda mais em uma rede social. Em compensação, as doses são mais frequentes.

4. Mais de uma fonte

Não é incomum os leitores curtirem mais de uma fan page com dicas de inglês. Afinal de contas, cada uma tem o seu próprio estilo de abordar o ensino da língua inglesa. Um leque variado de informações proporciona às pessoas interessadas um cardápio variado e atrativo. Aumentam-se, portanto, as chances de a pessoa encontrar aquilo que estava querendo e/ou precisando aprender.

5. Em qualquer lugar

Não podemos nos esquecer de que, hoje, o conteúdo é consumido em qualquer lugar. Não é demais lembrar também que tabletssmartphonesnotebooks e outros dispositivos portáteis não só se prestam aos games e a outras formas de entretenimento. Sem grandes dificuldades, os bancos de ônibus, de automóveis (exceto o do motorista) e de vans podem ser transformados em cadeiras escolares. Uma sala de espera no médico ou no dentista pode ser o ambiente ideal para ouvirmos um podcast. Por sinal, uma maneira bem mais inteligente de passar o tempo do que folhear revistas fúteis, não é?

6. Frequência certa

O volume de mensagens será sempre na dose certa porque o conteúdo que você não aproveitar, ou seja, não estiver online para consumir, se perde na linha do tempo. Não há prejuízo nenhum, no entanto, porque sempre haverá material novo a seu dispor quando você acessar a sua rede social favorita novamente.

7. É grátis

Nunca é demais lembrar que todos esses serviços são gratuitos. Há, é lógico, produtos e serviços à venda na maioria dos blogs dedicados ao ensino de inglês, principalmente nos mais profissionais. Não há como pensar em blogs que se sustentem apenas com a receita advinda da venda de espaço publicitário. É evidente que a compra desse material educativo extra é opcional. Em suma, é possível absorver muita informação sem gastar nenhum centavo.

8. Interação

facebook peopleA troca de informações entre os membros dessas comunidades virtuais acaba favorecendo o aprendizado. Por mais boa vontade que possam ter, é humanamente impossível esperar que moderadores esclareçam todas as dúvidas de inglês que surgem em, por exemplo, uma fan page do Facebook. Não raro, portanto, um membro do grupo – seja aluno ou professor de inglês – ajuda a esclarecer uma dúvida de vocabulário, gramática ou pronúncia. O resultado prático é que todos saem ganhando.

9. Caos

Sim, o caos nesse caso é positivo! Engana-se quem acredita que o aprendizado de um idioma estrangeiro se dá de forma ordenada. A sequência lógica em que são apresentados os tempos verbais em um livro de gramática, por exemplo, com o presente sendo seguido pelo passado, depois pelo futuro e os tempos perfeitos etc. só faz sentido na cabeça do gramático. Na prática, o aprendizado se dá de maneira caótica. As estruturas são formadas pouco a pouco, sem sequenciamento lógico e invariavelmente permanecem incompletas. Em resumo, os tijolos não são assentados como em uma parede. Muitos ficam no ar por muito tempo até que, como uma peça de um quebra-cabeças, aparece um elemento que se encaixa e dá forma, cor e solidez ao muro. Uma fan page no Facebook com dicas de inglês não deixa de ser também uma olaria.

10. Personalização

As redes sociais sabem identificar as suas preferências. Os algoritmos selecionam o conteúdo que mais interessa ao leitor com base em seu comportamento passado. No Facebook, por exemplo, se você costuma curtir, comentar e compartilhar o conteúdo publicado por uma determinada fan page, há maior probabilidade de o conteúdo desta mesma página aparecer na sua linha do tempo futuramente em vez do conteúdo de outra fan page com a qual você raramente interage. Em suma, o conteúdo vai ficando cada vez mais personalizado para atender o seu gosto.

Enfim, mesmo se você não acreditar em nada do que escrevi até aqui, você há de concordar comigo que não custa nada tentar, não é? As redes sociais não representam a panaceia, a cura de todas as mazelas, do aprendizado de inglês, mas são ferramentas que contribuem com o desenvolvimento de centenas de milhares de pessoas todos os dias. Se você ainda duvidar, experimente.

 

Fonte: Tecla Sap

What happens when language becomes “Facebook official”?

It’s hard to imagine that just 10 years ago, few of us had even heard of Facebook. What initially started out as a social network for students of Harvard University has grown into one of the most frequented (and valuable) domains in all of the vast space of the Internet. As quickly as the now ubiquitous images of the thumbs-up icon and white ‘f’ on a blue background have pervaded our online culture, so has the adoption of the Facebook vernacular. Co-founder and CEO Mark Zuckerberg must have learned early on that sometimes the best words to use are the easiest to understand.

New meanings from real use

Part of the rationale for adding new social media contexts to the Oxford Dictionaries definitions of like, poke, and status was discovering an impressive amount of evidence of Facebook’s influence on everyday usage. The corpus-collected sentences below are just a sampling of the many that aided in the lexicographical development of these new senses:

like – (verb) indicate one’s liking or approval of (a web page or posting on a social media website) by activating a particular icon or link; (noun) an instance of indicating one’s liking or approval of a web page or posting on a social media website

 And I don’t care if a million people “liked” your article, it was still wrong.
– If your spouse is on [F]acebook, do you have to “like” everything they say and do?
– He has 530,000 “likes”.

poke (verb) – (on the social networking site Facebook) attract the attention of (another member of the site) by using the ‘poke’ facility

– She has been arrested for Facebook “poking” a woman who had filed a legal order of protection against her.
– They report that the new Facebook application will offer deeper integration with your phone for better all-around poking.

status (noun) – a posting on a social networking website that indicates a user’s current situation, state of mind, or opinion about something

– If any of you follow me on Facebook and saw my status update late last night, I would like to vent my reason for it.
– You use the example of posting a status update that you’re going for a shower.

Where language goes to die and be reborn

When your idea of a friend goes from being ‘a person with whom one has a bond of mutual affection’ to ‘a contact on a social networking website’, it’s easy to argue that technological appropriation of common words dilutes the potency of the language. However, we’re also able to see this same appropriation result in a resurrection, albeit unintentional, of rare English words that have now been put to productive use. Such is the case with unfriend (which as we’ve discussed before, existed in its noun form as early as the 13th century, fell out of use, and then had a revival in the wake of Facebook social dynamics), evolving from the noun: ‘one who is not a friend or on friendly terms; an enemy’ to the verb: ‘remove (someone) from a list of friends or contacts on a social networking website’.

Evolving technology, evolving language

Even Facebook language changes over time. With the deactivation of not-so-popular or outdated features comes the phasing out of use in this context of words that were assigned to the now-obsolete technology. For example, once the single profile page expanded to a multi-level personal hub, the static Facebook wall—on which one’s friends could post messages for all in one’s preferred network to see—became the Facebook timeline, a space that allows people to curate the material on their own profiles to spotlight significant events, posts, and other activity.

On being complicated, making it official, and the art of stalking

Relationships in the real world are not always simple, and the Facebook language we use to discuss, characterize, and even define them is no different. A long-endured, often-mocked option for the status of a relationship people can choose to proclaim on their profiles is “It’s complicated.” As one might imagine, a relationship classified “complicated” can mean several things, and few of them, if any, are ever good.

The use of official (adj.) became an unofficial barometer in recent years used to validate the status of a romantic relationship. If you’re “Facebook official,” you and your partner have both confirmed on the site to your entire network of friends that you are either 1) in a relationship; 2) engaged; or 3) married. Typically asked in jest, the question “But are you Facebook official?”implies that the asker won’t believe your new romantic situation is real until your online relationship status says so.

Stalking is never a laughing matter, IRL or online—unless you’re talking about how many people spend (or waste) their time on Facebook, in which case the action is commonly understood as ‘frequently visiting and thoroughly perusing someone’s Facebook profile’. Although I can’t provide anyempirical evidence, I think it’s fairly sound to say that “Facebook stalking” one’s ex can prove irresistible for the recently dumped.

Source: Oxford Dictionaries’ Blog