Do vs. Make

Do vs Make:

Do and Make are two verbs which frequently confuse students. Here we will learn about the difference between Do and Make and when to use each one.

do vs make

When do you use DO?

DO is used as follows:

1. DO is used when talking about work, jobs or tasks. Note, they do not produce any physical object.

  • Have you done your homework?
  • I have guests visiting tonight so I should start doing the housework now.
  • I wouldn’t like to do that job.

2. DO is used when we refer to activities in general without being specific. In these cases, we normally use words like thing, something, nothing, anything, everything etc.

  • Hurry up! I’ve got things to do!
  • Don’t just stand there – do something!
  • Is there anything I can do to help you?

3. We sometimes use DO to replace a verb when the meaning is clear or obvious. This is more common in informal spoken English:

  • Do I need to do my hair? (do = brush or comb)
  • Have you done the dishes yet? (done = washed)
  • I’ll do the kitchen if you do the lawns (do = clean, do = mow)

Remember Do can also be as an auxiliary verb (for making questions in the present tense – Do you like chocolate?) Here we will be talking about Do as a normal verb.

When do you use MAKE?

Make is for producing, constructing, creating or building something new.

It is also used to indicate the origin of a product or the materials that are used to make something.

  • His wedding ring is made of gold.
  • The house was made of adobe.
  • Wine is made from grapes.
  • The watches were made in Switzerland

We also use Make for producing an action or reaction:

  • Onions make your eyes water.
  • You make me happy.
  • It’s not my fault. My brother made me do it!

You make after certain nouns about plans and decisions:

  • make the arrangements,
  • make a choice

We use Make with nouns about speaking and certain sounds:

  • make a comment
  • make a noise
  • make a speech

We use Make with Food, Drink and Meals:

  • make a cake
  • make a cup of tea
  • make dinner

Compare Do vs Make

A: You have to make a cake for Simon.

B: I’ll do it later.

Notice how in the response the verb DO is used. This is because the meaning is clear and to avoid saying “I’ll make it later.” which could sound repetitive.

 

 

do vs make

Here are examples takem from Cork English Teacher’s page on Facebook.

Do you still have any doubts about do vs make? Post a comment below or visit this link for further explanation: BBC Learning English

Outros 15 erros comuns ao se falar inglês

No meu post anterior, eu postei um infográfico sobre os 15 erros comuns em língua inglesa. Resolvi postar sobre mais 15 erros. Para falar bem um idioma é preciso aprender muito mais do que os significados de um monte de palavras ou expressões. Conhecer os contextos e as diversas aplicações do vocabulário aprendido é tão importante quanto conhecer seus significados. O estudante que não se atenta a isso corre o risco de cometer erros ao usar o vocabulário aprendido em estruturas da sua língua materna.

Hoje selecionei mais 15 erros comuns ao se falar inglês, entre os muitos que podem ocorrer, a fim de alertá-lo na hora de se comunicar. Confira-os a seguir e dê aquela turbinada nas suas habilidades com a língua inglesa.

1. Fazer faculdadego to college

Para dizer que frequenta/estuda em alguma faculdade faça uso de “go” (como mostrado abaixo) ou “study”. Não utilize “make” ou “do”.

  • He goes to college at night. [Ele faz faculdade à noite.]

Se quiser dizer que “estudou em alguma escola”, “fez (curso em) alguma escola” por exemplo, na Winner, diga “I studied at Winner” e não “I did ou made Winner”. Esteja atento a isso.

2. Fazer (uma) cirurgiahave surgery

Não faça uso de “make” ou “do” no caso de “passar por uma cirurgia”. Também não utilize o artigo “a” com “surgery”.

  • She is going to have surgery next month. [Ela vai fazer (= passar por) uma cirurgia no mês que vem.]

3. Não use “let’s” (let us) na interrogativa.

Ao fazer um convite ou sugestão com “let’s…” (vamos…) não utilize o sinal de interrogação nem a entonação de pergunta. São incorretas frases como “let’s eat pizza?”, “let’s study together?” ou “let’s stop?”. No lugar disso diga “let’s eat pizza“, “let’s study together” e “let’s stop“.

Se quiser convidar ou sugerir na interrogativa faça uso de “shall“, por exemplo, “shall we eat pizza?” (vamos comer pizza?), “shall we study together?” (vamos estudar juntos?) ou “shall we stop?” (vamos parar?).

4. Fazer uma festahave a party

Para dizer “fazer uma festa” não faça uso de “do” nem de “make”. Além de “have” você também pode utilizar “give” ou “throw”.

  • We’re going to have a party tomorrow. [Nós vamos fazer uma festa amanhã.]

5. Fazer tratamentohave treatmenttake treatment

Não utilize “make” ou “do” com “treatment”.

  • He’s having treatment in the hospital now. [Ele está fazendo tratamento no hospital agora.]

6. Fazer uma operaçãohave an operation

Não faça uso de “make” nem de “do” neste caso. Não diga “make an operation” nem “do an operation” quando o contexto for “passar por uma operação”.

  • He was sick and had an operation last week. [Ele estava doente e fez (= passou por) uma operação na semana passada.]

7. Eu não faço idéia; você não faz ideiaI have no idea; you have no idea

Quando quiser falar que “não faz ideia” no sentido de “não saber/não ter conhecimento/informação a respeito de alguma coisa” não use “I don’t make idea” ou “I don’t do idea”. A forma adequada é com “have”.

8. Andar nem sempre é “walk.

Walk” equivale a “andar a pé”. Não diga, por exemplo, “walk by car“, “walk by motorcycle” ou ainda “walk on foot” (forma redundante). Uma boa opção é fazer uso de “get around“. Confira nos exemplos a seguir:

  • I like walking. [Eu gosto de andar (a pé).]
  • We get around by car almost every day. [Nós andamos (nos locomovemos) de carro quase todos os dias.]
  • He gets around by motorcycle during the week. [Ele anda (se locomove) de moto durante a semana.]

9. Fazer um teste; fazer uma provatake a test; do a test

Neste caso, não recorra a “make”. As formas adequadas são com “take” ou “do”. Ainda é possível dizer “sit a test”.

  • We will take a test after the classes. [Nós iremos fazer uma prova depois das aulas.]

10. Tomar (um) remédio (medicamento)take a medication; take a medicine

Use “drink” apenas quando se tratar de medicamento líquido em situações isoladas. Nos dois casos, líquido ou não, “take” é uma opção adequada que deve sempre ser a escolhida quando estivermos falando do uso contínuo de medicamentos.

  • As usual, the boy takes his medicine and goes to bed. [Como de costume, o menino toma seu remédio e vai dormir.]
  • She drank the cough syrup, but complained a lot. [Ela tomou o xarope para tosse, mas reclamou muito.]

11. Fazer coisas em geral (sem mencionar o que): do things

Não utilize “make” neste caso.

  • I usually do a lot of things in my free time. [Eu costumo fazer muitas coisas nas minhas horas vagas.]
  • Find something to do now. [Encontre alguma coisa para fazer agora.]
  • Come on! Don’t just stand there. Do something. [Vamos lá! Não fique aí parado. Faça alguma coisa.]

12. ”Muito”

Nem sempre é “very” em inglês. Há outras opções: many, a lot (of) emuch. Não saia por aí usando “very” toda vez que quiser dizer “muito”.

  • I have many (= a lot offriends. [Eu tenho muitos amigos.]
  • They work a lot[Eles trabalham muito.]
  • You joke a lot. [Você brinca muito.]
  • Do you drink much water? [Você toma muita água?]

Regra básica resumida: “many” antes de substantivos contáveis no plural; “a lot of” com substantivos contáveis ou incontáveis; “much” para substantivos incontáveis; “a lot” modificando verbos.

13. Não se usato” depois de verbos modais (can, may, might, must, should, could etc).

Não diga, por exemplo, “I can to go” (eu posso ir), “you must to stay here” (você deve ficar aqui) ou “she could to help us” (ela poderia nos ajudar). O correto é “I can go“, “you must stay here” e “she could help us“. Ou seja, sempre sem “to” depois do modal.

14. Ficar nem sempre é “stay” em inglês.

Stay” equivale a “ficar” no sentido de “permanecer” em algum lugar ou condição. Há outras opções mais adequadas dependendo do contexto, por exemplo, “get” que é “ficar” no sentido de “tornar-se”. Resumindo: em relação ao uso com adjetivos, “get” indica mudança de estado e “stay” permanência naquele estado.

  • Stay here today. [Fique (permaneça) aqui hoje.]
  • He stayed rich. [Ele ficou (permaneceu) rico.]
  • He got rich. [Ele ficou (tornou-se) rico.]
  • I want to stay in shape. [Eu quero ficar (permanecer) em forma.]
  • I want to get in shape. [Eu quero ficar (entrar em) forma.]

15. Não diga “pensar em” com “think in” ou “think to.

Faça uso de “think of” ou “think about”. É incorreto dizer, por exemplo, “I think in you” (eu penso em você) ou “do you think to go there?” (você pensa em ir para lá?). As formas adequadas são “I think of you” ou “I think about you” – eu penso em você – e “do you think of going there?” ou “do you think about going there?” – você pensa em ir para lá? – não se esqueça disso!

Nem sempre aquilo que imaginamos na teoria se confirma na prática, na hora de utilizarmos o idioma. O mais importante (principalmente no começo) não é acertar sempre, mas ir trabalhando, observando, dia após dia, a fim de que estes erros possam aos poucos serem corrigidos para que não permaneçam para sempre. Com o passar do tempo, você vai ter uma fluência muito mais natural e próxima do ideal ou daquilo que se espera, por exemplo, em um exame de certificação ou em uma entrevista de emprego em inglês.

Bons estudos e até a próxima!

Infográfico: 15 erros mais comuns em língua inglesa

Eu decidi compartilhar este infográfico pois eu acho que é um guia de referência útil para alguns dos erros  mais comuns que cometemos quando estudamos Inglês. Espero que seja útil e que a partir de agora, vocês não errem mais =)

15 erros mais comuns

 

Quais outros pontos gramaticais você acha difícil e ou confuso? Deixe-me saber nos comentários abaixo.

Alguns de nossos serviços

Criamos esse flyer para ilustrarmos alguns de nossos serviços: aulas de inglês, português para estrangeiros, criação de conteúdo para e-learning dentre outros.

Futebol: Frases e palavras úteis (em inglês e português)

É evidente que o assunto não se esgota nesta nem em nenhuma outra lista ou glossário de termos sobre futebol. A matéria é ampla, recheada de gírias e expressões informais próprias, além de englobar diversas áreas do conhecimento humano. Encare, portanto, a relação a seguir como uma introdução (me recuso a usar a analogia “pontapé inicial”!) para você falar sobre futebol em inglês com desenvoltura. A Copa termina em julho, mas você vai continuar falando sobre vários assuntos em inglês, inclusive futebol, por muitos anos ainda.

Nós da FS Consultoria Linguística, escrevemos um e-book para estrangeiros conseguirem se comunicar (ou até xingar o juíz!) durante os jogos da Copa do Mundo. Esse e-book foi escrito em parceria com meus amigos ingleses Chris Dale and Steve Goldby. Steve é também editor chefe do site Sportingpreview.com, o qual eu escrevo colunas durante a Copa do Mundo de 2014.

handy phrasebook

[sociallocker id=”2916″]Clique AQUI e baixe o livro[/sociallocker]

Aqui vão outras frases e/ou palavras úteis que vocês poderão utilizar:

USEFUL PHRASES / Frases úteis

  • Where’s the stadium?
  • Onde fica o estádio?
  • How many spectators does the stadium hold?
  • O estádio tem capacidade para quantos espectadores?
  • What team do you support?
  • Para que time você torce?
  • Today Brasil is playing against Italy.
  • Hoje o Brasil joga contra a Itália.
  • When’s the match between England and Brazil?
  • Quando é o jogo da Inglaterra contra o Brasil?
  • Do you have tickets for the match?
  • Você tem ingressos para o jogo?
  • Where’s the ticket office?
  • Onde fica a bilheteria?
  • How much is the ticket?
  • Quanto custa o ingresso?
  • Who’s winning?
  • Quem está ganhando?
  • What’s the score?
  • Qual é o placar?
  • One – nil.
  • Um a zero.
  • Three – two for Brasil.
  • Três a dois para o Brasil.
  • It’s a tie / draw.
  • Está empatado.]
  • A player was sent off.
  • Um jogador foi expulso.
  • Who won?
  • Quem ganhou?

USEFUL WORDS / Palavras úteis

  • ASSISTANT REFEREE [assistente / bandeirinha]
  • AWAY GAME [jogo fora de casa]
  • BACK [zagueiro]
  • BENCH [banco]
  • BICYCLE KICK [bicicleta]
  • BOO [vaiar]
  • CENTRE FORWARD [centroavante]
  • CHANGING ROOMS [vestiários]
  • COACH [técnico]
  • COMMENTATOR [locutor]
  • CORNER / CORNER KICK [escanteio]
  • CROSS [cruzamento]
  • CROSS-BAR [travessão]
  • DEFENCE [defesa]
  • DEFENDER [zagueiro]
  • DRIBBLE [driblar]
  • EQUALISER [gol de empate]
  • EXTRA TIME / OVERTIME [prorrogação]
  • FAN [fã, torcedor]
  • FINAL WHISTLE [apito final]
  • FIRST HALF [primeiro tempo]
  • FOOTBALL [futebol]
  • FOOTBALL BOOTS [chuteiras]
  • FORWARD [atacante]
  • FOUL [falta]
  • FREE KICK [cobrança de falta]
  • FRIENDLY GAME [amistoso]
  • GAME [partida, jogo]
  • GOAL [gol]
  • GOAL-KICK [tiro de meta]
  • GOALKEEPER [goleiro]
  • GOALPOST [trave]
  • GOLDEN GOAL [gol de ouro]
  • HALF TIME [intervalo]
  • HALFWAY LINE [linha do meio de campo]
  • HOME GAME [jogo em casa]
  • INJURY TIME [acréscimos]
  • KICK-OFF [pontapé inicial]
  • LEFT WINGER [ponta esquerda]
  • LINESMAN [bandeirinha / assistente]
  • LOSE [perder]
  • MANAGER [técnico]
  • MATCH [partida, jogo]
  • MIDFIELDER [meio-campista]
  • NET [rede]
  • OFFSIDE [impedimento]
  • OWN GOAL [gol contra]
  • PASS [passar; passe]
  • PENALTY [pênalti]
  • PENALTY AREA [grande área]
  • PENALTY KICK [cobrança de pênalti]
  • PENALTY SPOT [marca do pênalti]
  • RED CARD [cartão vermelho]
  • REFEREE / REF [árbitro, juiz]
  • RIGHT BACK [lateral direito]
  • RIGHT WINGER [ponta direita]
  • SCISSORS KICK [bicicleta]
  • SCORE [marcar gol]
  • SECOND HALF [segundo tempo]
  • SEND OFF [expulsar]
  • SHOOT [chutar]
  • SHOT [chute]
  • SIDE-LINE [linha lateral]
  • SLIDING TACKLE [carrinho]
  • SOCCER [futebol (AmE.)]
  • STAND [arquibancada]
  • STRIKER [atacante]
  • SUBSTITUTE [reserva]
  • SUDDEN DEATH [morte súbita]
  • SWEEPER [líbero]
  • TERRACES [arquibancada]
  • THROW-IN [arremesso lateral]
  • TURNSTILE [catraca]
  • WARM-UP [aquecimento]
  • WHISTLE [apito]
  • WIN [vencer]
  • WORLD CUP [Copa do Mundo]
  • YELLOW CARD [cartão amarelo]

 

Fonte: Frases e palavras tiradas do site TeclaSap.

Como Pensar em Inglês?

Meus alunos sempre me perguntam durante as aulas, de modo quase desesperado, como eles podem começar a pensar em inglês. Um pergunta que é prima dessa é feita assim, “Como deixar de pensar em português?”.  Diante dessa mania que as pessoas têm em querer saber o que fazer para começar a pensar em inglês, decidi escrever este texto.

Antes de qualquer coisa, devo dizer que se você está em busca de uma fórmula milagrosa para começar a pensar em inglês, sinto muito, tal fórmula não existe. Bom! Eu ainda não fui apresentado a ela. Para ser bem sincero, se alguém a tivesse estaria mais que bilionário neste momento. Portanto, aquiete-se! Você certamente não encontrará um líquido ou pó mágico que o fará pensar em inglês da noite para o dia. Também não adianta pegar um porrete e bater na cabeça para ver se muda algo.

pensar em inglêsVeja bem! Quando nós nascemos, nosso cérebro é como se fosse uma esponja. Tudo o que passa à sua volta é percebido com os sentidos básicos (paladar, audição, tato, olfato e visão). O cérebro aprende a decodificar as coisas e assim compreender o mundo no qual estamos inseridos. Conforme vamos crescendo, o cérebro entra em uma ebulição de aprendizado linguístico. Aprendemos a nos comunicar na língua que nos cerca. Nosso querido cérebro aprende a raciocinar, pensar, fazer cálculos, processar, analisar, decodificar informações, se expressar, etc., na língua a qual ele se acostumou a fazer isso tudo. No nosso caso o português.

Tentar mudar tudo isso de uma hora para outra é como se a NASA decidisse criar um dispositivo que fizesse o planeta Terra inverter o seu movimento de rotação. É simplesmente impossível fazer isso acontecer de uma hora para outra. No caso de inverter a ordem na qual a Terra gira é impossível de qualquer maneira. Já no caso de aprender a pensar em inglês é possível, mas leva tempo, prática, paciência, dedicação, envolvimento com a língua e coisas assim.

O que eu faço para pensar em inglês?” era uma das perguntas que eu me fazia quando comecei a estudar inglês. Eu desejava mais que tudo pensar em inglês o tempo todo. Minha vontade era a de ir dormir e acordar pensando em inglês. Eu queria acordar falando inglês pelos cotovelos. No entanto, havia um problema! Minha família, amigos, colegas de escola e trabalho, etc., só falavam português, então como é que eu iria acordar pensando e falando inglês. Simplesmente impossível! Não tinha como! Minha mãe já me tirava da cama dizendo, “Acorda, guri! Cê vai chegar atrasado na escola”. Isso era recebido, processado e decodificado em português. Logo, a resposta também era em português, “Não, mãe! Deixa ficar só mais um pouquinho!”. Pronto! Lá se ia a ideia de acordar falando inglês. Se eu falasse em inglês, seria até cômico! Minha mãe ficaria assustada!

Nesse momento, você deve estar pensando, “então a melhor coisa a fazer é morar fora do país!”. Minha resposta é sim e não! Pois, já falamos aqui que morar em um país de língua inglesa não é garantia de que você aprenderá a falar inglês fluentemente. Ou seja, alguém pode morar em um país de língua inglesa e aprender a falar inglês bem ou não. Por quê? Onde está o problema?

Quando você pensa em dizer algo em inglês o processo ocorre mais ou menos assim:o conceito » pensar em português » traduzir para o inglês usando as regras e palavras soltas que sei » falar. O melhor é encurtar esse processo deixando-o assim: o conceito » pensar em inglês » falar. Temos de aprender a eliminar as etapas de “pensar em inglês” e “traduzir”. O cérebro deve processar a nova língua de modo natural assim como acontece na nossa primeira língua: o conceito » pensar em português » falar. Detalhe esse processo mais curto em nossa própria língua, de acordo com os especialistas, ocorre em apenas 600 milisegundos. Esse é o tempo que nosso pensamento leva para ser verbalizado (pensar e sair falando). Em uma segunda língua devemos tentar chegar o mais perto disso possível! Mas, como?

Eu já dei inúmeras dicas aqui no blog de coisas que você pode fazer no dia a dia para começar a se acostumar com essa coisa de pensar em inglês: fale inglês sozinho, ouça e decore diálogos curtos, repita e leia sentenças e textos curtos em voz alta, faça inúmeras atividades, envolva-se o máximo possível com a língua inglesa, ouça músicas em inglês e tente decorar as letras e cantá-las, quando sozinho em um local procure pensar em inglês e não em português. Enfim, no final deste texto incluo os links para os textos nos quais eu descrevo as maluquices que eu fazia para desenvolver minha fluência (pensar em inglês o tempo todo).

Lembre-se: seu pior inimigo é você mesmo. Se você não mudar sua atitude e perceber que tudo depende de você mesmo, essa coisa de pensar em inglês não vai rolar. Ao invés de ficar passeando pela internet procurando por uma dica milagrosa, você deve começar a se organizar, estabelecer um objetivo, investir em materiais, ouvir inglês, ler inglês, escrever em inglês, ter um horário de estudos… Enfim, VOCÊ é e faz a diferença. Que você quer aprender a pensar em inglês, você já sabe! Agora está na hora de tomar uma atitude e começar a fazer isso. Afinal, ninguém fará isso por você. O cérebro é seu! Então, é você quem tem de fazer algo para fazer com que seu cérebro se acostume a pensar em inglês. Milagres não acontecem!

Assistam esses vídeos, eles devem ajudá-lo:

 


Texto adaptado do Portal da Língua inglesa

10 motivos para você aprender inglês no Facebook

O pessoal to Tecla SAP postou esse texto no Facebook deles e disseram que o item favorito deles seria o número 2, ou seja, uma das maiores vantagens de aprender inglês no Facebook é o humor. Apesar do humor ser algo realmente muito bom ele ajuda a descontrair o aluno, mas não sei se ele chega a motivá-lo como o texto sugere. Nós da FS Consultoria Linguística & e-Learning discordamos e para nós, o item fundamental para uma aprendizagem online (seja ela no Facebook ou não) é o item 8: Interação!   A troca de informações entre os membros de comunidades virtuais é o que há de mais rico no processo de aprendizagem.

peer learning

Bom, segue aqui o texto na íntegra para saber se você concorda conosco.

likeO fenômeno é recente. Aliás, tudo relativo à Internet é recente, principalmente quando tratamos de hábitos e comportamentos ligados ao aprendizado de idiomas. Os efeitos, naturalmente, não podem ser medidos de maneira instantânea e o objetivo desse texto é apenas levantar algumas suposições baseadas unicamente na observação empírica.

Os primeiros blogs dedicados ao ensino da língua inglesa foram criados há cerca de 10 anos. O sucesso de público que alcançaram é fato inconteste, facilmente comprovado pelos números de visitantes que recebem todos os dias. As redes sociais, no entanto, surgiram ainda há menos tempo. Seu potencial multiplicador de audiência, no entanto, catapultou esses blogs a patamares jamais imaginados pelos blogueiros pioneiros no início dos anos 2000.

As razões desse crescimento exponencial, a meu ver, se explicam por algumas características inerentes a essa nova forma de comunicação e disseminação de conteúdo. Seguem esses motivos em ordem aleatória.

1. Na hora certa

right timeO conteúdo oferecido em uma rede social chega na hora em que o leitor/aluno está mais disposto a assimilar informação. Ou seja, é justamente naqueles momentos de lazer em que a pessoa abre o Facebook para dar uma olhada no que está acontecendo na vida de parentes e amigos. A “micro-aula” chega camuflada em meio à enxurrada de informações na linha do tempo. O conteúdo informativo é consumido, portanto, de maneira quase imperceptível.

2. Humor

Grande parte do material distribuído pelos blogs com dicas de inglês nas redes sociais contém uma boa dose de humor. São piadas, trocadilhos, cartoons, frases com duplo sentido etc. que invariavelmente despertam a curiosidade do internauta. Essas brincadeiras, portanto, desempenham o importante papel de motivar os leitores. A consequência imediata é a busca da informação para entender o que está sendo dito e, literalmente, não perder a piada.

3. Tamanho certo

O tamanho médio de um post já é reduzido. Em um artigo escrito em um blog não há mais do que alguns parágrafos em que as informações são condensadas. A vida moderna é cada vez mais agitada e quase ninguém tem tempo para leituras mais densas e prolongadas. Esse conteúdo é quase sempre resumido ainda mais em uma rede social. Em compensação, as doses são mais frequentes.

4. Mais de uma fonte

Não é incomum os leitores curtirem mais de uma fan page com dicas de inglês. Afinal de contas, cada uma tem o seu próprio estilo de abordar o ensino da língua inglesa. Um leque variado de informações proporciona às pessoas interessadas um cardápio variado e atrativo. Aumentam-se, portanto, as chances de a pessoa encontrar aquilo que estava querendo e/ou precisando aprender.

5. Em qualquer lugar

Não podemos nos esquecer de que, hoje, o conteúdo é consumido em qualquer lugar. Não é demais lembrar também que tabletssmartphonesnotebooks e outros dispositivos portáteis não só se prestam aos games e a outras formas de entretenimento. Sem grandes dificuldades, os bancos de ônibus, de automóveis (exceto o do motorista) e de vans podem ser transformados em cadeiras escolares. Uma sala de espera no médico ou no dentista pode ser o ambiente ideal para ouvirmos um podcast. Por sinal, uma maneira bem mais inteligente de passar o tempo do que folhear revistas fúteis, não é?

6. Frequência certa

O volume de mensagens será sempre na dose certa porque o conteúdo que você não aproveitar, ou seja, não estiver online para consumir, se perde na linha do tempo. Não há prejuízo nenhum, no entanto, porque sempre haverá material novo a seu dispor quando você acessar a sua rede social favorita novamente.

7. É grátis

Nunca é demais lembrar que todos esses serviços são gratuitos. Há, é lógico, produtos e serviços à venda na maioria dos blogs dedicados ao ensino de inglês, principalmente nos mais profissionais. Não há como pensar em blogs que se sustentem apenas com a receita advinda da venda de espaço publicitário. É evidente que a compra desse material educativo extra é opcional. Em suma, é possível absorver muita informação sem gastar nenhum centavo.

8. Interação

facebook peopleA troca de informações entre os membros dessas comunidades virtuais acaba favorecendo o aprendizado. Por mais boa vontade que possam ter, é humanamente impossível esperar que moderadores esclareçam todas as dúvidas de inglês que surgem em, por exemplo, uma fan page do Facebook. Não raro, portanto, um membro do grupo – seja aluno ou professor de inglês – ajuda a esclarecer uma dúvida de vocabulário, gramática ou pronúncia. O resultado prático é que todos saem ganhando.

9. Caos

Sim, o caos nesse caso é positivo! Engana-se quem acredita que o aprendizado de um idioma estrangeiro se dá de forma ordenada. A sequência lógica em que são apresentados os tempos verbais em um livro de gramática, por exemplo, com o presente sendo seguido pelo passado, depois pelo futuro e os tempos perfeitos etc. só faz sentido na cabeça do gramático. Na prática, o aprendizado se dá de maneira caótica. As estruturas são formadas pouco a pouco, sem sequenciamento lógico e invariavelmente permanecem incompletas. Em resumo, os tijolos não são assentados como em uma parede. Muitos ficam no ar por muito tempo até que, como uma peça de um quebra-cabeças, aparece um elemento que se encaixa e dá forma, cor e solidez ao muro. Uma fan page no Facebook com dicas de inglês não deixa de ser também uma olaria.

10. Personalização

As redes sociais sabem identificar as suas preferências. Os algoritmos selecionam o conteúdo que mais interessa ao leitor com base em seu comportamento passado. No Facebook, por exemplo, se você costuma curtir, comentar e compartilhar o conteúdo publicado por uma determinada fan page, há maior probabilidade de o conteúdo desta mesma página aparecer na sua linha do tempo futuramente em vez do conteúdo de outra fan page com a qual você raramente interage. Em suma, o conteúdo vai ficando cada vez mais personalizado para atender o seu gosto.

Enfim, mesmo se você não acreditar em nada do que escrevi até aqui, você há de concordar comigo que não custa nada tentar, não é? As redes sociais não representam a panaceia, a cura de todas as mazelas, do aprendizado de inglês, mas são ferramentas que contribuem com o desenvolvimento de centenas de milhares de pessoas todos os dias. Se você ainda duvidar, experimente.

 

Fonte: Tecla Sap

much – many – a lot; each – every; most; none – nobody – nothing; enough

A: We’ve visited (the most) most places in the guidebook now.
B: Yes, but we haven’t been on the river yet. I’d like to go on a boat trip.
A: OK. I think the boats go (all) every 30 minutes.
B: If we go now, we’ll be able to get a boat at one o’clock.
A: We’ve got (time enough) enough time. Let’s go and have a snack first.
B: Yes, OK. I’m feeling a bit hungry, too.

much – many – a lot (of)

  • much é usado com substantivos incontáveis; many, com substantivos contáveis que estejam no plural.
    • There isn’t much milk. How much butter is there?
    • Não há muito leite. Quanta manteiga…?
    • There aren’t many men. How many women are there?
    • Não há muitos homens. Quantas mulheres…?
  • much e many geralmente são usados em perguntas e negativas. Em orações afirmativas, usa-se geralmente a lot (of).
    • Is there much snow? No, there isn’t much snow. There was a lot of snowyesterday.
    • Can you see many people? No, I can’t see many peopleA lot of peoplehave stayed at home.

many

each – every

  • each significa “cada”; every significa “todo/a(s)”
    • €50 isn’t the price for five tickets. Each ticket costs €50.
    • … Cada bilhete (cada um)…
    • Every single (Each single) room is booked.
    • Todo quarto (todos)…
  • every significa “a cada” em indicações de freqüência.
    • A boat goes every three days / every 20 minutes.
    • … sai a cada três dias / a cada 20 minutos.
  • somente each pode ocorrer antes de of:
    • Each (Every) of them is an expert.
    • Cada um deles é especialista.

most

  • Antes da indicação de quantidade mostnão há the.
    • Most (the most) people would like to have a lot of money.
    • A maioria das pessoas…
  • Após most, pode ocorrer of + the quando se fala de determinadas pessoas/coisas.
    • Most of the people here are new.
    • A maioria destas pessoas…

none – nobody – nothing

  • Antes de of, ocorre somente nonenão nobody/nothing.
    • None (Nobody) of my friends / of them knows.
    • Nenhum dos meus amigos / nenhum deles…
    • None (Nothing) of the report / of it is true.
    • Nada deste relato / nada disso…

enough

    • enough ocorre após adjetivo/advérbio, mas antes de substantivo.
      • Tom is old enough.
      • … idade suficiente.
      • Ann has enough money (money enough).
      • … dinheiro suficiente.

RESUMO

  • much = “muito/a”; many = “muitos/as”. Em afirmativas, no entanto, geralmente a lot (of)
  • each = “cada um”; every = “todo/a(s)”. Antes de of, somenteeach
  • Antes de mostnão há the
  • none (e não nobody/nothing) antes de of
  • enough fica antes do substantivo

 

Referência: “Grammar – No problem” – Christine House e John Stevens, Disal Editora, 2005.

Fonte: Tecla Sap

Learning English online is as good as learning English face to face. Here’s why.

Blog_English-online_Really-Learn-English

Many of you will know that I teach English both online via Skype and face to face in my full-immersion intensive courses.

My online classes have increased over the last year as more and more clients appreciate the flexibility that online courses give them. 

However, people still wonder whether learning English online is as effective as learning English face to face. 

One of the largest myths surrounding English language classes online is that they’re not as good as studying English as a foreign language in the classroom. This is a myth. Online English language classes are just as good as learning English from a tutor in a classroom setting, but the way in which students learn is different and online language study isn’t right for everyone.

Timetable and scheduling

scheduleOne of the main advantages for most people is that online English language courses can be completely organized to fit into any kind of busy schedule. Work commitments make classroom course study difficult to manage, particularly when work commitments are paired up with a family with young children to take care of.

Lots of people choose to study English online because they can schedule appointments with their tutors when they’re able to commit and they can complete the course outline at their own pace and whenever they have the time to dedicate a few hours to the task.

Classroom-based English language courses follow the timetable outlined by the institution. If the hours don’t coincide with the student’s free time, taking a course in English language learning is impossible.

Interaction
It’s also a myth that via online language study students don’t get the opportunity to meet fellow students and socialise. Lots of people study, not just because they’re interested in learning or because they need a specific qualification, but because they enjoy meeting new people and interacting with others who share similar interests to themselves. The social side of study is really important to many students, particularly adult students.

online fluency

However, online courses do provide the opportunity to interact with other people studying the same course. The manner in which interaction is conducted at the beginning is different to the manner in which it transcribes in a face-to-face course, but the end result can be just as fulfilling. At first, online language students might get to meet each other through Skype chats/classes or student forums/social media pages and groups.

Once those connections have been established, the same occurs as it does when students meet each other face to face. Students who want to socialise and get together away from the computer screen will make those arrangements. It’s not necessary to have a “classroom” to generate camaraderie with fellow students, or indeed with teachers.

What kind of personal qualities does the online student need?

Studying English as a foreign language online is not the same as attending a regular class with a group of fellow students around you to keep you motivated and a teacher to harass you to keep up with assignments. Naturally, online students have fellow classmates and teachers, but they are virtual. Learning English online is not for everyone.

motivationIt helps greatly if you’re self-motivated. All online learners need to feel comfortable working independently and studying alone. You’ll also need to make sure that your schedule is tightly organizedand you must be disciplined enough to make sure you stick to that schedule. Otherwise, you might end up studying for years, but never get anywhere due to a lack of concentration and discipline.

Equipment
It’s important to have all the equipment you’ll need at home, a secure and fast access internet connection and an ease with email communication or Skype-style lessons. Without a facility for working with computers and the Internet, online English language study can be really tough to get the hang of (get used to).

Online learning, as mentioned above, isn’t for everyone, but many people find it really useful and just as effective as studying in a traditional classroom environment.

Want e Wanna: qual a diferença?

Qual a diferença entre want e wanna? Quando usar want e wanna? O que signfica want é wanna? Se você está em busca da resposta a essas perguntas, continue lendo esta dica.

O que é want?

Want, de modo bem simples, nada mais é do que o verbo “querer” em inglês. Portanto,

» Eu quero queijo » I want some cheese.
» Do you want to go? » Você quer ir?
» They don’t want a car. » Eles não querem um carro.
» Quer uma carona? » Do you want a ride?
» Ele quer ir para casa. » She wants to go home
» Ele queria ficar lá. » He wanted to stay there.

Como você pode notar, não há nenhum segredo no significado do verbo want. Basta aprender que seu significado é “querer”, saber conjugá-lo corretamente e você se dará suber bem.

O que é wanna?

Wanna é apenas um forma de representarem na escrita a junção do verbo want com a palavra to. Mas, vamos com calma!

Em inglês, quando a ideia é dizer “querer fazer algo”, nós temos de usar a combinação “want to do something”:

» I want to learn English » Eu quero aprender inglês.
» They don’t want to stay here. » Eles não querem ficar aqui.
» Do you want to talk to here? » Você quer falar com ela?

Note que após o verbo want colocamos a palavra to. Pois bem! No inglês falado informalmente, as pessoas não pronunciam want e to separadamente. É comum as pessoas juntarem as duas palavras. Aí a junção das duas – want to – acaba soando como wanna. Assim, teremos:

» I wanna learn English.
» They don’t wanna stay here.
» Do you wanna talk to her?

Percebeu que wanna é simplesmente a junção de want to?

No inglês falado informalmente, saiba ainda que é possível encontrar outras construções com wanna. Por exemplo,

» Wanna come along? » Do you want to come along? (Você quer vir com a gente?)
» Wanna say something? » Do you want to say something? (Você quer dizer algo?)
» Wanna help them? » do you want to help them? (Você quer ajudá-los?)
» She wanna go home. » She wants to go home. (Ela quer ir para casa.)
» He wanna learn German. » He wants to learn German. (Ele quer aprender alemão.)

Além de wanna representar a junção de want to, saiba que ela podem ainda representar a junção de want a:

» I wanna car. » I want a car. (Eu quero um carro.)
» They wanna new house. » They want a new house. (Eles querem um casa nova.)
» Do you wanna computer? » Do you want a computer? (Você quer um computador?)

Lembre-se que esse wanna não deve ser usado ao escrever textos formais como currículos, cartas de solicitação de emprego, comunicados oficiais, teses, artigos, etc. O uso do wanna indica informalidade; portanto, você poderá usá-lo em emails enviados para amigos e conhecidos, mensagens de celular, recados deixado para alguém e coisas assim.

 

Escute (e repita) algumas frases com ‘Wanna’

Fonte: Inglês na ponta da língua